06.04 Ministro recebe presidente da Assespro-RJ

8 de abril de 2016

Associação das Empresas de TI propõe parceria com o MCTI

Reunido com o presidente da Associação das Empresas Brasileiras de Tecnologia da Informação no Rio de Janeiro (Assespro-RJ), Márcio Lacs, o ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação,

Celso Pansera, discutiu projetos para incentivar empresas nascentes de base tecnológica e de expansão  da conectividade dos municípios do estado do Rio de Janeiro.

Lacs sugeriu que Pansera aproveite a “experiência positiva” de programas operados pela Assespro-RJ, como o Startup Rio, iniciativa público-privada do governo estadual  para fomentar no Rio de Janeiro a cultura de empreendedorismo, a partir de editais em formato semelhante aos do Start-Up Brasil, criado pelo MCTI e gerido pela Associação para Promoção da Excelência do Software Brasileiro (Softex), no âmbito do Programa Estratégico de Software e Serviços de Tecnologia da Informação (TI Maior).

O presidente da Assespro-RJ também destacou o Forsoft, ação realizada em parceria com a Prefeitura do Rio, que consiste no treinamento em tecnologia da informação de jovens em “situação de risco” por empresas que se comprometem a contratar no mínimo 30% da mão de obra capacitada. Ele ressaltou, ainda, atividades com a Fundação de Apoio à Escola Técnica (Faetec), que foi presidida por Pansera.

Para Lacs, o MCTI e Assespro-RJ podem trabalhar na expansão da conectividade dos municípios e no aproveitamento da computação de alto desempenho como vocação do estado, que “concentra 60% da base nacional de supercomputadores”, localizada, por exemplo, no Laboratório Nacional de Computação Científica (LNCC/MCTI), no Centro de Pesquisas e Desenvolvimento Leopoldo Américo Miguez de Mello (Cenpes) e nas universidades federais do Rio de Janeiro (UFRJ) e Fluminense (UFF).

Lacs ainda destacou que o Rio de Janeiro tem o maior contingente de especialistas e infraestrutura em computação de alto desempenho do Brasil por causa da indústria do petróleo.

– Quer dizer, você pode usá-la no campo da saúde, para mapear moléculas, na previsão climática, na prevenção de desastres naturais, na prospecção de minérios ou recursos naturais, como óleo e gás, no controle de pandemias, para verificação dos genes dos vírus que estão se expandindo, no controle de mutações virais, na elaboração de remédios específicos para determinadas doenças, e no mercado financeiro, para previsão de riscos.

Na audiência, Pansera também conversou com o diretor da Assespro-RJ, Newton Duarte. O encontro foi realizado na quarta-feira, dia 6.

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