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14 de agosto de 2016

Das relações modernas, surge um pai participativo e com papel de destaque

“Não basta ser pai, tem que participar”. A frase é antiga, e você certamente já ouviu algum caso de família sobre pais que não colaboram na educação dos filhos, deixando a tarefa, na maioria das vezes, para as mães.

Mas os tempos estão mudando. Vejo, hoje, muitos pais mais firmes na formação de seus filhos. Com a presença maior da mulher no mercado de trabalho, o homem precisou se adaptar às necessidades domésticas, dividindo as tarefas e ajudando a mulher também em casa.

Homem moderno passa, lava e cozinha.  Trabalha fora, mas antes deixa o filho na escola.

A modernidade também trouxe um número maior de casamentos desfeitos e outras formas de organizar a família. Separa-se mais rápido do que antigamente. Há menos paciência para viver as durezas da convivência. Cada um para o seu lado, e lá está o elo eterno: o filho!

Fui pai de idade já avançada, por escolha própria e, se soubesse eu as alegrias da chegada de um filho, tomava a decisão antes. Diogo me trouxe um sopro de vida. E foi além: trouxe vida, alegria, a certeza do sorriso toda vez que eu retornava para casa. Filho, filho querido e muito amado! Diogo me tornou um novo homem – certamente alguém melhor e com olhar mais generoso à vida!

Feliz Dia dos Pais!

Celso Pansera
Pai e deputado federal

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