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3 de março de 2018

Deputado Pansera visita Centro de Ciências da Saúde da UFRJ

Membro da Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática (CCTCI), o deputado federal Celso Pansera esteve na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), na última sexta-feira, dia 2, visitando o Centro de Ciências da Saúde, acompanhado da decana, Maria Fernanda Quintela, e do diretor de Ciências Agrárias, Biológicas e da Saúde do CNPq, Marcelo Morales.

Ao longo da manhã, o parlamentar esteve no Instituto de Bioquímica Médica (IBqM), no Instituto de Biologia, no Instituto de Biofísica Carlos Chagas Filho (IBCCF) e no Centro Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem (Cenabio). Na visita, que faz parte do esforço da Federação de Sociedades de Biologia Experimental (Fesbe) de aproximar o Congresso Nacional da comunidade científica, a pauta abordou o projeto de criação de um grupo de apoio à pesquisa em biologia experimental.

O deputado conversou com pesquisadores do Cenabio sobre os estudos conduzidos e a relevância dos mesmos para a sociedade, tais como as pesquisas sobre o vírus da Zika e a relação com a microcefalia. Pansera também conheceu os laboratórios que integram o Cenabio e permitem o desenvolvimento de pesquisas em biologia estrutural, desde o nível molecular até o imageamento de pequenos animais.

Pansera ressaltou a importância do diálogo entre a comunidade científica e a sociedade como forma de tornar conhecidos os impactos dos resultados dos estudos na vida da população e angariar apoio às atividades de pesquisa no país. Para o deputado, é necessário que esse reconhecimento alcance as instâncias superiores. “As lideranças precisam entender a importância da Ciência para o Brasil, principalmente as lideranças políticas”, defendeu.

O coordenador do Instituto Nacional de Biologia Estrutural e Bioimagem (Inbeb) e diretor científico da Faperj, Jerson Lima da Silva, presente à visita, lembrou que parte dos benefícios que a pesquisa científica traz para a sociedade é intangível. “A participação do Brasil nos estudos do vírus da zika é um caso de sucesso. Não fosse a comunidade científica brasileira agir rápido para se articular e mostrar a relação entre o vírus e a microcefalia, as descobertas poderiam ter atrasado de seis a sete meses”, argumentou.

Na mesma linha, o representante do CNPq ressaltou que o dinheiro aplicado na ciência é investimento, e não custo. “Quanto deixamos de gastar ao controlar rapidamente essa epidemia de zika?”, provocou Morales.

Já o diretor do Cenabio, professor Adalberto Vieyra, destacou as iniciativas do centro de pesquisa e do Inbeb em extensão e divulgação científica, como a oferta de cursos de férias e as parcerias com escolas públicas do estado do Rio de Janeiro.

Também estiveram presentes os pesquisadores e integrantes do Comitê Gestor do Cenabio, professores Kildare Miranda e Marcius da Silva Almeida.

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