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9 de abril de 2016

Pansera participa da inauguração do Centro Olímpico de Esportes Aquáticos

O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Celso Pansera, participou nesta sexta-feira, dia 8, no Rio de Janeiro, da inauguração do Centro Olímpico de Esportes Aquáticos, realizada pela presidenta Dilma Rousseff.

– Os Jogos deixarão um legado de estrutura e infraestrutura, como, por exemplo, BRT, metrô e VLT. Se somos capazes de realizar uma Olimpíada, somos capazes de fazer o país voltar a crescer  – disse a presidenta.

A cerimônia foi realizada no Parque Olímpico da Barra, que sediará os Jogos de 2016. Também participaram do evento os ministros do Esporte, Ricardo Leyser, e da Saúde, Marcelo Castro, o prefeito Eduardo Paes, o governador em exercício, Francisco Dornelles, e o presidente do Comitê dos Jogos Olímpicos, Carlos Arthur Nuzman.

O MCTI participa dos preparativos para os Jogos Olímpicos e Paralímpicos no Rio de Janeiro em 2016. Na última segunda-feira, dia 4, foi assinado o Plano de Ação Conjunta de Segurança Física Nuclear, que reúne MCTI, Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen/MCTI) e Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).

O plano prevê a cessão, pela AIEA, de instrumentos de detecção de radiação para verificação de estádios e instalações esportivas, o treinamento de especialistas da Cnen e apoio técnico no uso desses instrumentos, e o compartilhamento de informações envolvendo tráfico ilícito e atividades não autorizadas de materiais radioativos. A AIEA fica responsável, ainda, pela assistência nas ações de resposta à eventual emergência nuclear ou radiológica.

O órgão também faz parte da Serviço Meteorológico Esportivo, com o Centro de Previsão e Estudos Climáticos do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (CPTEC/Inpe/MCTI) e o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden). O objetivo da força-tarefa é fornecer, reunir e consolidar as previsões de tempo e oceânicas com informações sobre temperatura, maré, umidade, ventos e correntes. Para isso, o MCTI colocou à disposição sistemas meteorológicos avançados, recursos de supercomputação e a expertise de modelagem dos cientistas dos institutos de pesquisa.

Também foram investidos R$ 2,05 milhões na compra de três boias que farão o monitoramento da Baía de Guanabara. Funcionando com a energia solar, cada equipamento é formado por sensores meteorológicos que enviam, por celular, dados sobre umidade e temperatura do ar, pressão atmosférica, radiação solar, direção e velocidade do vento. Os sensores oceanográficos medem a altura das ondas, direção e velocidade das correntes, temperatura e salinidade da água.

Todo o sistema meteorológico pode ficar de legado para o Rio de Janeiro e para o país. As boias, por exemplo, serão transferidas para o Atlântico Tropical pelo projeto SiMCosta, implantado com recursos do CNPq e do Fundo Clima. Coordenado pela Rede Clima e pelo Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas do MCTI, o projeto tem o objetivo de mapear as vulnerabilidades da costa brasileira, prever impactos das mudanças climáticas e alertar para a ocorrência de eventos extremos.

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