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5 de maio de 2016

Pesquisa da “pílula do câncer” vai entrar em fase decisiva

O deputado federal Celso Pansera continua acompanhando as pesquisas da Fosfoetanolamina sintética no tratamento do câncer. Em paralelo aos os testes pré-clínicos que começaram a ser realizados quando ele estava à frente do Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), que financia o estudo, o o Governo do Estado de São Paulo teve  avanços significativos.

– Os primeiros testes mostraram que a Fosfoetanolamina não é tóxica. Agora a pesquisa vai avançar mais e será possível determinar com os testes clínicos os efeitos da substância no corpo humano – vislumbrou Pansera, que ainda ressaltou ser preciso produzir uma campanha para conscientizar os pacientes de que não devem abandonar os tratamentos convencionais contra a doença.

Os testes agora entrarão numa fase decisiva. O laboratório PDT Pharma, de Cravinhos, credenciado para sintetizar a Fosfoetanolamina, vai encaminhar à Fundação para o Remédio Popular (Furp) 35kg da substância, que serão transformados em 70 mil cápsulas. Depois disso, o Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (Icesp) irá distribuir o medicamento aos hospitais que farão o estudo clínico pelos próximos seis meses.

Num primeiro momento, dez pacientes serão avaliados. Em seguida, caso não haja efeitos colaterais significativos, 21 pessoas em cada grupo de tumores passarão a receber dose da fosfoetanolamina. Serão estudados efeitos da substância em tumores na cabeça e pescoço, pulmão, mama, cólon e reto, colo uterino, próstata, melanoma, pâncreas, estômago e fígado.

No MCTI, Pansera além de defender a liberação da Fosfetanolamina como suplemento alimentar, quis apostar nas pesquisas do Governo de São Paulo.

– Quando defendi que a Fosfoetanolamina fosse liberada como suplemento, propus que o MCTI também colaborasse nas pesquisas que vinham sendo desenvolvidas pelo Governo de São Paulo. Esta continua sendo uma bandeira minha como deputado – destacou Pansera.

A liberação da Fosfetanolamina como suplemento alimentar, para o deputado, evitaria que pacientes e familiares busquem a pílula ilegalmente. No mês passado, a presidenta Dilma Rousseff sancionou lei autorizando a distribuição para pacientes com tumores malignos – a legislação está sendo questionada no Supremo Tribunal Federal (STF).

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